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Métodos
Anticoncepcionais
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métodos anticoncepcionais previnem a fertilização e tem por objetivo evitar
a gravidez. As estruturas e funções do aparelho reprodutor feminino são
reguladas pelos hormônios sexuais, estrógeno e progesterona. Estes hormônios
são produzidos pelos ovários. A menina já nasce com milhões de folículos
(cerca de 2 milhões), mas a maioria degenera, e na época da puberdade restam
ainda em torno de 300.000 folículos. Os folículos liberam aproximadamente
450 óvulos durante a fase reprodutiva da mulher, um em cada ciclo
menstrual.
Os folículos restantes, com seus óvulos, degeneram ao longo dos anos. Quando
não ocorre a fecundação, o óvulo é eliminado durante a menstruação, ao final
do ciclo. Ao decorrer da história humana, o homem vem tentando separar o ato sexual da procriação e subseqüente gravidez. Os métodos naturais adotados desde épocas remotas e os métodos de barreira, incluindo as camisinhas feitas com membranas finas de animais ou pele, e os tampões que tem sido utilizados por pelo menos trezentos anos não apresentaram segurança. Apenas no início deste século que foram introduzidos métodos seguros, com os primeiros dispositivos intra-uterinos e a esterilização. Nos anos 60, os métodos hormonais de contracepção tornaram-se disponíveis com a introdução da primeira pílula anticoncepcional oral. A pílula revolucionou a contracepção. Desde a sua introdução, os métodos naturais de contracepção foram se tornando mais seguros através de pesquisa e os métodos de barreira foram aprimorados e difundidos. A pílula tem sido continuamente melhorada e novos métodos de administração hormonal foram desenvolvidos, como os injetáveis e os implantes. Veja aqui as alternativas disponíveis no mercado:
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